O seu critério em todos os casos — e a inteligência do seu negócio de volta.
Seus escritórios decidem com o seu critério ou com o deles? E o que a sua empresa aprende com cada reclamação, cada processo, cada sentença? O Enterprise captura a sua lógica uma vez, aplica em cada entrada — seja qual for o escritório do caso — e devolve, a cada etapa, o que a operação sozinha não vê.
Não é peça. É inteligência de negócio — com a sua cara em cada resposta.
Do Procon ao cumprimento de sentença, cada demanda é respondida do seu jeito, com a sua política, no seu tom. E cada resposta devolve dado para dentro: por que estão reclamando, onde, de qual produto, por qual canal, em qual região — e o que corrigir antes que o próximo processo nasça.
Por que reclamamProduto, cláusula, jornada, canal. A tese que a defesa não sustenta é a que o produto precisa corrigir. O documento que a sua operação não consegue produzir é a derrota por arquivo, não por defesa.
Onde reclamamComarca, região, canal de venda, escritório do caso. Concentração que revela originação — e treze advogados que podem ser seis por cento da sua entrada.
O que corrigirTrava de contratação, evidência guardada na origem, resposta certa no Procon, cláusula reescrita. Um ponto percentual de fluxo evitável eliminado é recorrente — todo ano.
A sua esteira — não a do escritório.
O escritório continua redigindo, assinando e protocolando. O que muda é o que a sua empresa faz em volta dele: responde a reclamação com a sua cara, entrega o caso e a prova prontos, envia a diretriz com número, confere a aderência, decide o recurso com a conta feita, paga o valor certo — e aprende com cada etapa. Nove etapas; em cada uma, o que continua seu e o que continua do escritório. Clique.
Cada reclamação resolvida é um processo que não nasce.
Procon, ouvidoria, Consumidor.gov, ofício de autoridade. O que chega antes do processo tem esteira própria, SLA curto e um objetivo diferente de responder ao órgão: evitar a judicialização — e alimentar o radar quando o reclamante migra para o judicial. Resposta calibrada ao analista, com a sua política e proposta de acordo quando o caso comporta. E o alerta regulatório antes do ranking: Banco Central, Procon, ANS, ANAC.
Contencioso deixa de ser linha de fechamento e vira variável gerenciável.
Os mesmos dados da esteira — prognóstico por caso, ticket, tempo até desfecho — agregados na unidade do balanço. Um único número, coerente entre o jurídico, o prognóstico e a nota explicativa.
Probabilidade por casoQuanto vale defender, quanto vale recorrer — êxito, valor esperado, reversão na câmara, custo esperado do recurso. A decisão sai do número.
Projeção de resultado e orçamentoSoma dos valores esperados, variância, desembolso mês a mês em 36 meses, três cenários. Provisão calibrada, planejamento orçamentário, decisão sobre carteiras.
Quatro mostradoresTaxa de êxito, ticket médio de pagamento, tempo até encerramento, acordo no momento certo — cada um com linha de base, aberto por comarca, produto e tese.
O mesmo caso, em quatro escritórios. Hoje, quatro decisões. Com o Enterprise, um critério.
Vinte e quatro perfis de caso entram nos quatro escritórios que atendem você. À esquerda, o que acontece hoje: cada um decide pelo critério dele, e ninguém sabe por quê. À direita, o mesmo critério — o seu — nas quatro linhas, cada decisão com número. A variância deixa de ser invisível: vira dado.
Captura, piloto, entrega — sem trocar de escritório.
Aprendemos o seu critério.
Alçada, política de acordo, teses, apetite de risco, régua de criticidade, tom de resposta. Primeiros testes em até duas semanas.
Até cem casos. Sem custo.
Com os escritórios que já atendem você, nos sistemas que já usa. Métrica: decisões com número, variância entre escritórios, sinais devolvidos ao negócio.
Roda onde o seu dado está.
Integração com o seu sistema de gestão jurídica, on-premise quando exigido. Governança de dados no padrão que o seu compliance pede.