A sua inteligência. A nossa informação. A sua cara em todos os casos.
Estão construindo inteligência para dispensar você. Nós construímos para multiplicar você.
Você já ouviu que a tecnologia vai tirar o lugar do advogado. Que o cliente vai internalizar. Que a peça em segundos dispensa o escritório. Nós não acreditamos nisso — e não construímos para isso. A JustIA nasceu dentro de uma operação de advogados. Ela coloca o que há de mais avançado em inteligência e informação a serviço do seu negócio e de você: aprende o seu jeito de decidir — a sua alçada, a sua política, as suas teses, o seu estilo — e faz esse jeito funcionar em qualquer volume, dentro dos sistemas que você já usa. Você continua decidindo, validando e assinando. O que sai da sua mão é a repetição. O que entra é mercado.
- Não é um sistema para aprender.Você não abre a JustIA. Você percebe a JustIA pelo que chega pronto — com o seu timbre.
- Não é uma consultoria que entrega relatório.Entrega execução — e devolve dado que o seu cliente não tem. Isso é argumento seu, não nosso.
- Não substitui você. Multiplica você.A inteligência é sua. A execução passa a ser nossa. A assinatura continua sendo sua.
Do advogado para o advogado. Do dono do negócio para o negócio dele.
Não substitui. Multiplica.Estão construindo inteligência para dispensar quem decide. Nós construímos para multiplicar quem decide. A inteligência é sua; a execução passa a ser nossa.
Quem assina é você.A peça sai com o seu timbre, com as suas teses, no seu estilo. A JustIA não aparece no documento. Aparece no que ele carrega.
Do seu jeito é melhor que o genérico.Tudo o que a inteligência artificial promete — mas com a sua lógica, a sua alçada, o seu critério. Porque o genérico é o modelo de negócio dos outros.
Qual é a sua operação? Você se reconhece por ela, não pelo nosso nome.
O processo sob custódia, da publicação ao encerramento.
A publicação entra sozinha, o prazo nasce calculado, a tarefa nasce com a peça anexada — no seu timbre. A partir de cem casos novos por mês.
O lote do credor conduzido devedor por devedor.
Da viabilidade à satisfação: a pesquisa que vira munição, a citação municiada, a penhora com a lista pronta, a suspensão que não vira morte.
O seu critério em todos os casos, em qualquer escritório.
Cada entrada recebe a mesma lógica — a sua — com número auditável em cada bifurcação. Você gere estratégia com dado, não planilha de escritório.
Antes de gastar para cobrar, saber quem vale a pena cobrar.
Banco, financeira, fintech, securitizadora — ou qualquer empresa com crédito a receber: incorporadora, distribuidora, indústria, educação, saúde, serviços. Cada devedor recebe uma rota — executar, negociar, provisionar — pela sua régua.
Como você garante que o caso 10.000 recebe a mesma decisão que o caso 1?
Com 400 casos por mês, a mesma decisão precisa acontecer 4.800 vezes por ano. Por quantas pessoas — e de quantos jeitos?
Você não abre a JustIA. Você percebe a JustIA pelo que chega pronto.
Em cima, a camada trabalhando. Embaixo, o seu sistema — o mesmo de sempre — recebendo cada etapa pronta. Clique em uma etapa.
sobe: o que sai do seu sistemadesce: o que volta prontoacordo não tem fase — quatro momentos, um número justificado em cada um
Executamos a sua esteira. E lemos a sua carteira.
Cada etapa decide o caso — e devolve informação que muda a operação. Não fazemos peças. Operamos um sistema, e o sistema devolve dado.
Executamos a sua esteira
- Defesaquando o seu cliente é réu — da citação ao encerramento, com a sua lógica
- ExtraprocessualProcon, ouvidoria, ofícios — a porta de entrada evitável: cada reclamação resolvida é um processo que não nasce
- Recuperaçãoquando o seu cliente é autor — não basta ganhar, é preciso receber
Lemos a sua carteira
- Radaronde está cada caso, agora — fase, sentença, aptidão para encerramento
- Prognósticoquanto vale defender, quanto vale recorrer
- Forecastquanto a carteira vai custar em 36 meses, em três cenários
- Cálculoquanto deve este caso, pela natureza dele — o mesmo número no acordo, na impugnação e no balanço
- Juízoo que ganha neste juízo, dado como ele julga — prova apresentada × resultado
- Litigânciaquem está por trás da sua entrada
Nasceu dentro de uma operação. De operação para operação.
A JustIA foi construída dentro de uma operação de contencioso de alto volume para instituições financeiras — onde cada erro de decisão custa dinheiro real, e onde a lógica precisava ser a mesma do caso 1 ao caso 10.000. É essa operação que roda sobre a camada hoje — e é de operação para operação que a JustIA chega até você. Feita por advogados. A favor de quem decide.
Você não compra acesso. Compra entrega.
Aprendemos o seu jeito.
Alçada, política de acordo, teses autorizadas, régua de criticidade, estilo de peça. Ensinado uma vez, aplicado do caso 1 ao caso 10.000. Primeiros testes em até duas semanas.
Até cem casos. Sem custo.
Nos seus sistemas, com a sua equipe, com a sua assinatura. Resultado medido contra a operação atual — tempo por etapa, decisões com número, retrabalho.
Roda onde o seu dado está.
Integração com qualquer sistema — API, robô, captura ou e-mail. On-premise quando o seu negócio exigir. Faixas de valor pelo volume real.
Uma conversa. Não um cadastro.
Conte o tamanho da sua operação. Voltamos com o seu número na régua e o desenho do piloto.
O processo sob custódia, da publicação ao encerramento.
Quanto do dia dos seus melhores advogados é repetição? O Maestro tira a repetição do caminho deles. A publicação entra sozinha, o prazo nasce calculado, a tarefa nasce com a peça anexada — no seu timbre. Você homologa e assina.
Nada depende de alguém avisar o sistema.
Um caso de cartão consignado com liminar atravessa as onze etapas. Em cima, o que a camada executa. Embaixo, o seu sistema recebendo cada etapa pronta — e o relógio nascendo sozinho.
O sócio volta a advogar.
Cenário ilustrativo: quatro advogados e três pessoas de apoio, 450 casos ativos, sessenta casos novos por mês, novecentas publicações por mês. A leitura nunca é "precisa de menos gente". É: os mesmos quatro sustentam quatro a cinco vezes a carteira — e as horas deles migram de digitar prazo e redigir repetição para decidir, homologar e fazer audiência.
- Capacidade da equipe (140 h/advogado)
- Carga por advogado
- Carteira que os mesmos advogados sustentam
- Prazos nascidos sem intervenção
Tempos por etapa calibrados sobre operação de contencioso bancário de volume, ±30%. O simulador recebe o volume do seu escritório e roda a mesma conta.
O seu cliente passa a receber inteligência — e isso é argumento seu.
Cada etapa devolve dado que o seu cliente não tem: onde a originação dele gera litígio, que documento nunca chega, que tese não se sustenta em qual câmara, quem está por trás da entrada. O escritório que entrega isso não é fornecedor de peça. É parceiro de operação — e é assim que se renova contrato.
Causa raiz por produtoDuplicidade, incompetência territorial, concentração por canal e região — o mapa de onde o cliente está gerando o próprio passivo.
Tipificação de resultadoSeis tipos de derrota, sete de vitória. O que foi defesa, o que foi documento, o que foi o juízo — por comarca e por tese.
LitigânciaAdvogado × modelo de inicial × produto × comarca, identificado na porta. O caso do ofensor não recebe a defesa do consumidor — nem o custo dela.
A partir de cem casos novos por mês.
O Maestro é para escritório com carteira grande — onde a consistência entre advogados é o problema e a repetição é o custo. Não é produto para banca pequena.
Aprendemos o seu jeito.
Alçada, política de acordo, teses autorizadas, régua de criticidade, modelos e timbre. Primeiros testes em até duas semanas.
Até cem casos. Sem custo.
Nos seus sistemas, com a sua equipe, com a sua assinatura. Minutos de advogado por etapa, medidos contra hoje.
Por entrega, pelo volume real.
Integração com o seu sistema, seja qual for. Peticionador integrado: homologada, protocolada.
O seu critério em todos os casos — e a inteligência do seu negócio de volta.
Seus escritórios decidem com o seu critério ou com o deles? E o que a sua empresa aprende com cada reclamação, cada processo, cada sentença? O Enterprise captura a sua lógica uma vez, aplica em cada entrada — seja qual for o escritório do caso — e devolve, a cada etapa, o que a operação sozinha não vê.
Não é peça. É inteligência de negócio — com a sua cara em cada resposta.
Do Procon ao cumprimento de sentença, cada demanda é respondida do seu jeito, com a sua política, no seu tom. E cada resposta devolve dado para dentro: por que estão reclamando, onde, de qual produto, por qual canal, em qual região — e o que corrigir antes que o próximo processo nasça.
Por que reclamamProduto, cláusula, jornada, canal. A tese que a defesa não sustenta é a que o produto precisa corrigir. O documento que a sua operação não consegue produzir é a derrota por arquivo, não por defesa.
Onde reclamamComarca, região, canal de venda, escritório do caso. Concentração que revela originação — e treze advogados que podem ser seis por cento da sua entrada.
O que corrigirTrava de contratação, evidência guardada na origem, resposta certa no Procon, cláusula reescrita. Um ponto percentual de fluxo evitável eliminado é recorrente — todo ano.
A sua esteira — não a do escritório.
O escritório continua redigindo, assinando e protocolando. O que muda é o que a sua empresa faz em volta dele: responde a reclamação com a sua cara, entrega o caso e a prova prontos, envia a diretriz com número, confere a aderência, decide o recurso com a conta feita, paga o valor certo — e aprende com cada etapa. Nove etapas; em cada uma, o que continua seu e o que continua do escritório. Clique.
Cada reclamação resolvida é um processo que não nasce.
Procon, ouvidoria, Consumidor.gov, ofício de autoridade. O que chega antes do processo tem esteira própria, SLA curto e um objetivo diferente de responder ao órgão: evitar a judicialização — e alimentar o radar quando o reclamante migra para o judicial. Resposta calibrada ao analista, com a sua política e proposta de acordo quando o caso comporta. E o alerta regulatório antes do ranking: Banco Central, Procon, ANS, ANAC.
Contencioso deixa de ser linha de fechamento e vira variável gerenciável.
Os mesmos dados da esteira — prognóstico por caso, ticket, tempo até desfecho — agregados na unidade do balanço. Um único número, coerente entre o jurídico, o prognóstico e a nota explicativa.
Probabilidade por casoQuanto vale defender, quanto vale recorrer — êxito, valor esperado, reversão na câmara, custo esperado do recurso. A decisão sai do número.
Projeção de resultado e orçamentoSoma dos valores esperados, variância, desembolso mês a mês em 36 meses, três cenários. Provisão calibrada, planejamento orçamentário, decisão sobre carteiras.
Quatro mostradoresTaxa de êxito, ticket médio de pagamento, tempo até encerramento, acordo no momento certo — cada um com linha de base, aberto por comarca, produto e tese.
O mesmo caso, em quatro escritórios. Hoje, quatro decisões. Com o Enterprise, um critério.
Vinte e quatro perfis de caso entram nos quatro escritórios que atendem você. À esquerda, o que acontece hoje: cada um decide pelo critério dele, e ninguém sabe por quê. À direita, o mesmo critério — o seu — nas quatro linhas, cada decisão com número. A variância deixa de ser invisível: vira dado.
Captura, piloto, entrega — sem trocar de escritório.
Aprendemos o seu critério.
Alçada, política de acordo, teses, apetite de risco, régua de criticidade, tom de resposta. Primeiros testes em até duas semanas.
Até cem casos. Sem custo.
Com os escritórios que já atendem você, nos sistemas que já usa. Métrica: decisões com número, variância entre escritórios, sinais devolvidos ao negócio.
Roda onde o seu dado está.
Integração com o seu sistema de gestão jurídica, on-premise quando exigido. Governança de dados no padrão que o seu compliance pede.
Antes de gastar para cobrar, saber quem vale a pena cobrar.
Executar quem não tem patrimônio não é cobrança, é desperdício. O Recovery Manager é o centro de inteligência da recuperação: a pesquisa vem antes do gasto e fica estruturada; cada devedor recebe uma rota — executar, negociar, provisionar — pela sua régua; e depois de ajuizar, cada passo já nasce municiado.
Você recebe o lote do credor e devolve resultado. O Recovery Manager conduz a esteira sob custódia — prazo, protocolo, publicação respondida — e faz a pesquisa virar munição em cada etapa. Você homologa e assina.
A inteligência vem antes do gasto. E ninguém pesquisa duas vezes.
Uma CCB inadimplida de R$ 45 mil, pessoa física, atravessa a esteira sob a sua custódia. Repare no contador da direita: cada vez que uma etapa consome a pesquisa feita uma vez, ele sobe.
O que fica com você é decidir, homologar e a borda.
Cenário ilustrativo: quinhentos ajuizamentos por mês. Por caso, o ciclo completo consome hoje cerca de 8h45 de trabalho jurídico-operacional; com o Recovery Manager, 1h09. Na esteira, ponderado por quantos casos chegam a cada fase, são cerca de 24 pessoas hoje e cerca de 4 depois.
- Pessoas necessárias (140 h/pessoa)
- Executados sem patrimônio — gasto sem retorno
- Pessoas na esteira
- Pesquisas que não se repetem por mês
Tempos e incidências ⚙ calibráveis. O simulador recebe o lote mensal e a régua do credor e roda a mesma conta.
Executar, negociar ou provisionar — pela sua régua, não por regra genérica.
Um devedor. Mexa no que a pesquisa encontrou e veja a rota sair com custo, retorno esperado e probabilidade. Ilustrativo.
- Custo estimado da execução
- Probabilidade de recuperar
- Retorno esperado da execução
- Retorno esperado do acordo no piso
Dois lados da mesma esteira.
Escritório de recuperação de créditoCustódia completa: prazo, protocolo integrado, publicação respondida, penhora com a lista pronta. A pesquisa estruturada é o seu ativo em cada caso. Você entrega ao credor resultado medido em real recebido.
Departamento de crédito e cobrança de empresaBanco, financeira, fintech, securitizadora, fundo — ou qualquer empresa com crédito a receber: incorporadora, distribuidora, indústria, educação, saúde, serviços, condomínio. A rota por devedor pela sua régua, o custo acumulado por rota, o retorno projetado da carteira em tempo real. Provisão deixa de ser chute. O esforço vai para onde o dinheiro volta.
O que os dois recebemAcordo com parcelas monitoradas — descumprimento reativa a execução sozinho. Suspensão com relógio da prescrição intercorrente e repesquisa periódica: bem novo, execução reativada.
Não é mais sobre o caso. É sobre a carteira.
Sob a esteira opera uma segunda camada. Ela não escreve peça, não conduz audiência, não responde ofício. Ela enxerga: anomalias, padrões, projeções, perfis — e devolve decisão para o gestor. Seis módulos, todos alimentados pela operação, todos retornando inteligência para ela.
Cada um responde a uma pergunta que hoje ninguém responde a tempo.
Juízo
O que preciso para ganhar neste juízo, dado como ele julga?
Prova apresentada × resultado, de juiz a UF, com dados do mercado inteiro — não só dos seus casos. Prescritivo: o que juntar, o que não gastar tempo aqui.
Radar
Onde está cada caso, agora?
Fase, sentença, aptidão para encerramento. Milhares de processos viram uma carteira inteligível por status. Caso pronto para baixa aparece; sentença desfavorável vai para a fila certa sem intervenção.
Prognóstico
Quanto vale defender? Quanto vale recorrer?
Duas leituras comparáveis por caso: probabilidade de êxito, valor esperado, tempo, faixa de acordo — e reversão na câmara, CER, economia projetada. A decisão sai do número, não do instinto.
Forecast
Quanto a carteira vai custar em 36 meses?
Soma os valores esperados, calcula a variância, projeta o desembolso mês a mês em três cenários. É o módulo que fala com a controladoria: provisão, orçamento, compra de carteira.
Cálculo
Quanto deve este caso, pela natureza dele?
Indenizatória, trabalhista, revisional, contratual — cada uma com a fórmula certa sobre o mesmo motor de atualização. O número é o mesmo no prognóstico, no acordo, na impugnação e no balanço.
Litigância
Quem está por trás da sua entrada?
Advogado × modelo de inicial × produto × comarca. Em um grande litigante, treze advogados respondem por seis por cento de tudo o que é distribuído. Isso não é consumidor. É operação.
Mexa. Cada módulo responde à pergunta dele com número.
Dados ilustrativos, calculados na hora. Na operação real, os mesmos painéis rodam sobre a sua carteira e sobre a base pública de decisões — e a resposta nunca vem de um modelo de linguagem: vem de código.
A resposta desce a hierarquia quando falta dado: juiz → vara → foro → comarca → UF. Sempre diz de que nível veio e com que base.
- Exposição esperada
- VE da defesa
- Faixa de acordo
- VE do acordo
- Condenação provável
- Preparo + risco
- CER
- Economia vs cumprir
Cada caso pronto para baixa aparece. Cada sentença desfavorável vai para a fila do CER sem alguém avisar.
O mesmo motor de atualização no prognóstico, no acordo, na impugnação e no balanço. Um número, não quatro.
Advogados individuais, não escritórios. Clique em uma barra para ver o padrão.
Quanto vale um ponto percentual da sua carteira?
Onde há volume e decisão repetida, a lógica pode ser capturada.
ConsumerCada consumidor respondido como se fosse o único — todos ao mesmo tempo. Consumidor.gov, Procon, SAC, com a política da empresa.
ConverseCada conversa com estratégia: negociação, cobrança, retenção, prospecção — com alçada, no canal certo, com handoff municiado para o humano.
TalentUm recrutador que pensa como a sua empresa — cultura e critérios embarcados, o candidato 500 avaliado com o rigor do candidato 1.
Do advogado para o advogado. Do dono do negócio para o negócio dele.
Toda operação tem um jeito de decidir. Um jeito de responder, de defender, de cobrar, de negociar. Esse jeito funciona bem para cinquenta casos. Quando o volume cresce, ele se dilui: a decisão passa a depender de quem pegou o caso naquele dia, a peça vira template, a estratégia vira rotina. Não por incompetência — por natureza humana. A repetição degrada até os melhores.
O mercado respondeu a isso de um jeito só: construir inteligência para dispensar quem decide. Ferramentas vendidas para quem paga a conta do advogado. Peça em segundos para cortar escritório. Modelos genéricos que respondem qualquer coisa, para qualquer um, do mesmo jeito.
Nós escolhemos o outro lado. Nascemos dentro de uma operação de advogados, onde cada erro de decisão custa dinheiro real. Construímos para multiplicar quem decide — não para substituir. A inteligência é sua: a sua alçada, a sua política, as suas teses, o seu estilo, o seu timbre. A execução passa a ser nossa. A assinatura continua sendo sua.
Acreditamos que do seu jeito é melhor que o genérico — porque o genérico é o modelo de negócio dos outros. Acreditamos que número vale mais que opinião: por isso um modelo de linguagem, na nossa camada, só lê; cálculo, política, prognóstico e decisão são código, auditáveis linha a linha. Acreditamos que uma operação que devolve dado vale mais que uma que entrega peça: cada etapa decide o caso e ensina a operação.
E acreditamos que a advocacia não precisa ser protegida da tecnologia. Precisa ser dona dela. Não substitui. Multiplica.
Feita por advogados. A favor de quem decide.
Você não compra acesso. Compra entrega.
Sem login como porta de entrada, sem plano, sem tela para aprender. A JustIA roda ao lado dos seus sistemas e devolve trabalho pronto e dado — do jeito que você já opera.
Nasceu dentro de uma operação.
Construída em uma operação de contencioso de alto volume para instituições financeiras: 300 mil processos ativos, mais de 700 mil no histórico, mais de 5 mil entradas por mês. Feita por advogados que operam, não por quem observa.
Aprendemos o seu jeito uma vez.
Reuniões com quem decide para parametrizar alçada, política de acordo, teses autorizadas, régua de criticidade, apetite de risco, modelos e timbre. Em até duas semanas os primeiros testes de implantação estão rodando. Cada homologação sua depois disso ensina o sistema: gate registrado vira regra.
Até cem casos. Sem custo.
Nos seus sistemas, com a sua equipe, com a sua assinatura. A métrica é acordada na Captura: minutos por etapa, decisões com número, retrabalho, resultado por rota. O piloto não muda nada na sua operação — é isso que o torna comparável.
Roda onde o seu dado está.
A demanda entra por API, por robô, por captura de publicação ou por e-mail. A entrega volta para o seu sistema. Existe um painel de execução — evidência de andamento, não destino. Tudo pode rodar on-premise.
Governança que banco entende.
Ambiente por cliente. Lógica isolada por cliente. A base de jurimetria é de decisões públicas, agregada e anonimizada — nunca dado de um cliente servindo a outro. Credenciais e documentos ficam no seu perímetro quando on-premise.
Sempre você.
A JustIA entrega insumo pronto para homologação. Os gates obrigatórios por natureza jurídica são feitos pelos seus advogados. O prazo é calculado, alertado e entregue com relógio e dupla conferência — a custódia jurídica é sua. Não substituímos o advogado; somos parceiros dele.
O modelo só lê. Documento é dado, nunca comando.
Cálculo, política, CER, prognóstico e classificação são código determinístico, testável e auditável, com memória linha a linha. Nenhum deles decide valor, política ou classificação por conta própria. E todo texto que entra — publicação, petição, PDF, e-mail — é tratado como dado: nada embutido em um documento executa nada na camada.
Faixas de valor pelo volume real.
Por caso, por lote ou por ato, com faixas por volume observadas no piloto. Sem cobrança por acesso. Sem implantação cobrada.